O Retrato do Bob: Zé Celso, o mito de batom

Por Miguel Arcanjo Prado
Foto de Bob Sousa

José Celso Martinez Corrêa. Melhor, apenas Zé Celso. Nome simples. De gente.

Mito vivo do nosso teatro que ainda causa furor. Cotidianamente. Do jeito que gosta. Pelado, de preferência.

No seu reduto, é rei. Líder supremo do Teat(r)o Oficina há meio século, é seguido por súditos fiéis em seu preceito: a liberdade suprema.

Contra o tabu. Contra o falso moralismo. A favor de simplesmente poder ser.

Perseguido pela ditadura, viveu para receber perdão do Estado. Declarou que gastaria a indenização de R$ 500 mil com vinho e maconha.

Coisas de um homem tão livre. Tão nosso.

O disputado retrato de Bob Sousa desta semana não poderia ser melhor.

Aos 75, Zé passa batom. E o vermelho de sua boca nos traz vida. Viva Zé!

Zé Celso colore nosso teatro de plena liberdade – Foto: Bob Sousa/Divulgação
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